DESPERTE! Igreja que dorme!

Métodos, sistemas, copia e cola, é a motivação da maioria dos pastores das diversas denominações existentes em todo o mundo. O que um grupo seleto determina como regra, todos os outros seguem, meros imitadores. O que supõem dar “frutos” ou resultados copiam e colam em suas denominações.

Leonard Ravenhill – Irmão, nós poderíamos ter a metade da capacidade intelectual que possuímos se fôssemos duas vezes mais espirituais. A pregação é uma tarefa espiritual. Um sermão gerado na mente só atinge a mente de quem a ouve. Mas gerada no coração, chega ao coração. Um pregador espiritual, sob o poder de Deus, produz mentalidade espiritual em seus ouvintes.

A unção não é uma pombinha mansa esvoaçando à janela da alma do pregador; não. Pelo contrário; temos que batalhar por ela e conquistá-la. Também não é algo que se aprenda; é bênção que se obtém pela oração. Ela é o prêmio que Deus concede ao combatente da fé, que luta em oração, e consegue a vitória. E não é com piadinhas e tiradas intelectuais que se chega à vitória no púlpito, não. Essa batalha é ganha ou perdida antes mesmo de o pregador pôr os pés lá.

A unção é como dinamite. Não é recebida pela imposição de mãos, nem tampouco cria mofo se o pregador for lançado numa prisão. Ela penetra e permeia a alma; abranda-a e tempera-a. E se o martelo da lógica e o fogo do zelo humano não conseguirem quebrar o coração de pedra, a unção o fará.

QUEM LÊ ENTENDA!

Esses alertas e tantos outros foram escritos para que todos nós creiamos na autoridade de Deus e nas autoridades instituídas por Ele. Não precisamos de métodos humanos, não precisamos de sistemas humanos, tão pouco de pregações e ou mensagens frias, gélidas, feitas apenas por conhecimento de seminários mortos (assemelhados a cemitérios), meras teorias sem aplicações praticas espirituais, simplesmente com ostentação de linguagem ou de sabedoria meramente humana, a sabedoria deste mundo e dos poderes que o governam e que estão perdendo o seu poder.

Criticas construtivas são sempre bem vindas, principalmente com respeito, com demonstração de conhecimento do que está apontando, mostrando pela Palavra de Deus o que está certo ou errado.

Posso apontar o que está certo ou errado genericamente, mas jamais lançar comentários de forma ofensiva. Respeito é sempre bom! Recentemente li um comentário, feito por alguém, na pagina de um pastor amigo e a quem tenho grande estima: “Quanta ignorância dizer que o povo vai há casa do Senhor estude o novo pacto da graça nós povo de Deus é que somos a casa do Senhor estes louvores cheiram a ranço tenha uma boa tarde não engane os filhos de Deus seja íntegro”. Na altura não me disse absolutamente nada, apenas mostrou a falta de educação, o desrespeito aos irmãos em Cristo, o desrespeito a uma congregação da Igreja de Cristo e o desrespeito a um ministro do Evangelho. Varias horas depois, esse comentário voltou ao meu pensamento e quero destacar algumas tolices:

Novo pacto: alguém que compreende o que é o novo pacto, a nova aliança, a maravilhosa graça de Deus não se comporta de forma desrespeitosa em nenhuma instância, ainda que tenha razão no pensamento (o que não é o caso). Nesse caso, demonstrou que é mais um que desconhece o verdadeiro significado do que é Graça, Nova Aliança, Ser crucificado com Cristo.

– Casa do Senhor: somos nós, de fato! Porém Jesus disse que onde estiverem 2 ou 3 reunidos em Seu nome ali Ele está, bom, o lugar onde Ele está é Santo, então aquele local é Casa do Senhor, quando os santos vão embora, o lugar (ou espaço físico) volta a ser um simples prédio (podendo ser usado como depósito de bananas).

– Louvores cheiram a ranço: logo a Palavra de Deus também cheira a ranço para essa pessoa. Não existem louvores novos, antigos ou velhos, existem louvores. Também não existe uma parada de sucessos com os louvores que devem ser tocados ou não nas reuniões dos santos. Louvores que carregam a Palavra nunca envelhecem.

O que cheira a ranço é a arrogância de algumas pessoas, algumas coisas que acontecem no seio do povo dito evangélico. Principalmente em tempo de redes sociais que deu voz e vez aos que têm comichão nos ouvidos e aos pseudos mestres de plantão que se sentem no direito de chamar um ministro do Evangelho de mentiroso e não integro. De fato existem os ministros mentirosos e sem integridade, porém a esses, pessoas desse tipo que fez o comentário, não conseguem enxergar, pois os seguem cegamente sob o pretexto de um novo pacto que nada mais do que aquele denunciado pelo Apóstolo Judas.

O que significa ranço? Certamente, você já escutou alguém falar em “ter ranço de algumas pessoas”. A expressão, que ficou popular nas redes sociais, quer dizer repulsa, raiva, desprezo. Essas novas designações atribuíram mais um novo significado para a palavra, que já tinha mais de um sentido, um pouco diferentes do atual.

O que é ranço? O sentido original da palavra, que surgiu em meados do século 13, remete a algo que está malcheiroso ou que apresenta um sabor azedo. O dicionário Michaelis explica a palavra como “alteração ou decomposição que sofrem as substâncias gordurosas em contato com o ar, apresentando um cheiro característico desagradável e mau sabor”. A palavra também pode ser usada para se referir ao cheiro de substâncias em situação de umidade, como o mofo. Além disso, existe um verbo derivado da palavra, o rançar, que teve origem em 1858. Quer dizer o processo de decomposição até que o alimento adquira a situação de ranço. Sendo assim, o alimento que está inserido neste processo, “rança”, “está rançando”. E mais: também pode trazer a noção de algo que está em condição de velharia, algo antiquado, ultrapassado do tempo, como na frase “Esse livro traz o ranço de citações, longas e repetidas”. Então a Palavra de Deus falada e cantada cheira a ranço, o pregador está ultrapassado, está velho demais, as atividades servem apenas para “encher linguiça”?

Tiago 5:19-20 – Meus irmãos, se algum de vocês se desviar da verdade e for trazido de volta, saibam que quem trouxer o pecador de volta de seu desvio o salvará da morte e trará perdão para muitos pecados.

IGREJA – Quando os alertas da Palavra de Deus são publicados, a intenção é trazer de volta os queridos irmãos que se desviaram da Verdade, que estão no erro, atrás de falsos profetas, falsos apóstolos e falsos mestres. Por vezes, alguns pensam que a intenção é atacar quem quer que seja, de modo algum, mas é impossível ficar quieto diante de tantos desmandos e tantos ataques sobre o povo de Deus. Infelizmente, há tanta cegueira, muita doutrina “carne moída”, e as pessoas aceitam qualquer coisa, não questionam, não buscam, não leem a Bíblia. Suas vidas mais parecem uma montanha-russa cheia de altos e baixos, ou um carrossel que gira, gira e volta ao mesmo lugar.

Não seja levada pela maré, não seja levada pela multidão. Raciocine, pense, reflita, indague, pergunte, questione, compare, analise, ore, leia, estude, chega de enganos. Enxergue, caia as escamas dos olhos, seja liberta em nome de Jesus Cristo. Deus quer restaurar a visão do Seu povo, por isso tem enviado muitos avisos através de Seus ministros.

O sábio interpela, pergunta, pensa, reflete, pondera, examina, analisa, compara, se palavras e ações estão de acordo com as Escrituras Sagradas. O sábio não segue cegamente e não aceita o que querem lhe impor sem primeiro examinar as Escrituras para saber se realmente é assim.

Quanta gente seguindo “profetas”, encontros proféticos, seminários proféticos, atos proféticos, e tudo o que dizem que é profético. Como é importante ter a visão correta, ter a visão de quem é o nosso DEUS. Quantas pessoas estão sendo enganadas por falsos profetas, sendo “ativados profeticamente”, ou então, exigindo “aceleração sobre orações”. Tantos termos e expressões. SEM VISÃO DIVINA O POVO SE DESVIA E PERECE! Quanta gente seguindo o seminário da moda, a universidade que oferece mensagens mastigadas, para não ter o trabalho de estudar, refletir, meditar.

Você sabia que as Escrituras são proféticas e o profeta Jeremias declarou: “Os profetas que houve antes de mim e antes de ti, desde a antiguidade, profetizaram contra muitas terras e contra grandes reinos guerra, e mal, e peste. O profeta que profetizar paz, somente quando se cumprir a palavra desse profeta é que será conhecido como aquele a quem o Senhor, na verdade, enviou” (Jeremias 28:8-9). E mais: “curam” a ferida da filha do povo do Senhor levianamente, dizendo: Paz, paz; quando não há paz” (Jeremias 6:14).

Muitas pessoas têm a tendência de seguir a multidão, imitar o que outros fazem, seguir a moda, ir conforme o fluxo, nadar a favor da maré, ir atrás da maioria. Que grande perigo! Você sabia que os peixes vivos nadam contra a correnteza, apenas os mortos “nadam” a favor dela?

Nesse tipo de motivação, os neófitos (convertido há pouco tempo), e mesmo que não o seja, e já esteja na denominação a muitos anos, mas são novatos no ministério (“ungidos” não por chamada de Deus mas por chamada dos homens), entendem que devem afrontar a liderança estabelecida por Deus copiando e colando esses métodos e sistemas determinados por pessoas sem vida com Deus, sem experiencia profunda com o Espirito Santo, sem graça e sem vida espiritual, confirmam o que o Apóstolo Paulo disse ao jovem Timóteo que aconteceria: Pois vai chegar o tempo em que as pessoas não vão dar atenção ao verdadeiro ensinamento, mas seguirão os seus próprios desejos. E arranjarão para si mesmas uma porção de mestres, que vão dizer a elas o que elas querem ouvir. Essas pessoas deixarão de ouvir a verdade para dar atenção às lendas (1ª Timóteo 4:3-4).

A alegação desses neófitos é que a visão original cheira a mofo, a ranço. Honrar o “anjo da igreja”, ou seja, o ancião que continua pastoreando, sendo sustentado e fortalecido por Deus (apesar da avançada idade) é ser adulador, bajulador. No pensamento deturpado dessa pseudo geração de “pastores”, quem assim faz é porque tem interesses escusos. No entanto, essa geração de “pastores” não percebe que os interesses escusos são deles mesmos, porque não entendem que sobre eles está o espírito de Absalão (2º Samuel 13 e 14) , que apesar do seu nome significar Pai de Paz, sendo o terceiro filho de Davi, tornou-se inimigo do pai, era um rebelde que tentou usurpar o trono de seu pai.

É interessante como a história se repete, confirmando mais uma vez o que disse Salomão em Eclesiastes 1:9-11: O que aconteceu antes vai acontecer outra vez. O que foi feito antes será feito novamente. Não há nada de novo neste mundo. Será que existe alguma coisa de que a gente possa dizer: “Veja! Isto nunca aconteceu no mundo”? Não! Tudo já aconteceu antes, bem antes de nós nascermos. Ninguém lembra do que aconteceu no passado; quem vier depois das coisas que vão acontecer no futuro também não vai lembrar delas (NTLH). A história simplesmente se repete. O que foi feito antes será feito outra vez. Nada debaixo do sol é realmente novo. De vez em quando, alguém diz: “Isto é novidade!”. O fato, porém, é que nada é realmente novo. Não nos lembramos do que aconteceu no passado, e as gerações futuras tampouco se lembrarão do que fazemos hoje.

A história simplesmente se repete – da mesma forma vemos, hoje, as grandes abominações que essa geração de “pastores” faz, para afastar o Senhor do Seu santuário, do Seu povo santo. Por imitação das “grandes” lideranças evangélicas, essa nova geração, também é calculista, carnal, fria como um pedaço de carne crua, e tudo o que é realmente espiritual, chancelado pelo Espirito Santo, não é bem vindo, apenas as manifestações superficiais de espiritualidade alimentadas pela alma e por emocionalismos.

Interessante notar que Absalão era admirado por sua beleza, sem defeito, notável por sua longa cabeleira. O mesmo acontece com essa geração de “pastores”, parecem ser notáveis, seguindo a moda, apresentação bela e impecável com seus gráficos e imagens projetadas nas grandes telas dos “templos”, bons faladores e contadores de “histórias”, porém não passam de rebeldes e usurpadores tal e qual Absalão!

Absalão foi um homem de paciência e estratégias, e assim traçou os seus planos para substituir a seu pai no trono. Com astúcia, Absalão convenceu a muitos para a sua causa, dando a entender que seria melhor juiz que seu pai. Os planos de Absalão começaram a se concretizar. Após quatro anos de seu retorno de Gesur a Jerusalém, ele já se encontrava preparado para dar o seu golpe. Retirou-se para Hebrom e ali se declarou rei. Contava com o apoio de grande parte da população e Davi teve que deixar Jerusalém e ir para Maanaim, do outro lado do rio Jordão, para se proteger e planejar sua resistência. Quando Absalão descobriu que Davi não se encontrava mais em Jerusalém, foi para lá e se apossou do poder sem qualquer resistência. Absalão, seguindo conselhos de Aitofel, (que fora conselheiro de Davi), perseguiu a Davi procurando não lhe dar tempo do golpe sofrido. Husai que havia sido enviado por Davi para ajudá-lo junto a Absalão, procurando ganhar tempo, convenceu a Absalão para reunir primeiro um contingente maior de forças que lhe garantisse a vitória. Isso feito, Davi teve tempo para reunir uma força poderosa, três divisões comandadas por Joabe, Abisai e Itai.

Joabe, que era o comandante-em-chefe usou a tática de atrair o adversário para os bosques, para então cercá-lo. Fazendo assim, a maioria dos homens de Absalão foi destruída com facilidade, enquanto o restante fugiu. Isso se passou na floresta de Efraim. Quando Absalão fugia em uma mula ligeira, conforme 2º Samuel 18:9 sua cabeça ficou presa no carvalho e ele ficou suspenso no ar. Embora Davi tenha dado a ordem para que não o matassem, Joabe o transpassou com três dardos, depois dez jovens que levavam as armas de Joabe feriram a Absalão e o matou. Seu corpo foi jogado em uma cova, com um monte de pedras por cima em cerca de 967 a.C..

O amor de Davi por Absalão sempre permaneceu o mesmo e a notícia de sua morte causou-lhe uma profunda tristeza. Davi parece ter sido um pai amoroso, mas fraco, por dar preferências a um em detrimento de outro, o que talvez explicasse o desvio de Absalão. A história simplesmente se repete – os “pais” dos “Absalão” (essa geração de “pastores” moderninhos, cheios de empáfia, arrogância, pretensão, insolência, soberba) sofrem ao ver seus “filhos” seguindo por esse caminho nefasto, e a semelhança de Davi, não usam a autoridade divina para impor essa autoridade ou tomar a posição e “permitem” que os “Absalão” executem seus intentos.

A história simplesmente se repete – Os muitos Absalão com paciência, estratégias e astúcia, convencem a alguns para a sua causa, dando a entender que seriam melhores pastores do que seu “pai”, do que o “anjo” estabelecido por Deus.

A história simplesmente se repete – porque pastores mais velhos se assemelham a Saul e são desobedientes diretamente a Deus. A imaturidade de Saul fadaram seu reinado ao fracasso, em sua arrogância usurpou funções sacerdotais e violou as leis de Moisés quanto aos aspectos de guerra.

Os três grandes erros cometidos pelo rei Saul

1) Saul tentou usurpar o ofício sacerdotal. Antes da batalha contra os filisteus, Saul se mostrou impaciente e ofereceu sacrifício em Gilgal. Quando Samuel chegou até ele, o rei Saul escutou a primeira profecia de que havia sido rejeitado por Deus como rei, e que o Senhor já estava providenciando um “homem segundo o seu coração” (1º Samuel 13:7-14).

2) Saul desobedeceu mais uma vez ao Senhor quando desprezou a ordem divina para destruir todos os amalequitas. Saul resolveu poupar o rei Agague bem como o melhor dos animais daquele povo conquistado. Naquela ocasião mais uma vez o rei Saul escutou a repreensão e a reprovação de Deus através do profeta Samuel. Foi nesse episódio que Samuel proferiu as conhecidas palavras: “Eis que é melhor obedecer do que sacrificar” (1º Samuel 15:22,23). O fato de o rei Saul ter poupado o rei amalequita contrariando a ordem de Deus, contrasta com o caso em que ele executaria seu próprio filho, Jônatas, quando por ignorância o rapaz desobedeceu a uma ordem sua. Após esse incidente envolvendo os amalequitas, Samuel se afastou completamente de Saul. Logo depois, o profeta ungiu Davi como sucessor de Saul no trono de Israel cumprindo a ordem do Senhor.

3) Saul confirmou sua terrível condição iníqua quando procurou ajuda de uma feiticeira em En-Dor pedindo-lhe que trouxesse o espírito de Samuel dos mortos. Ele estava desesperado, e procurava alguma mensagem de esperança antes de sua batalha. É muito discutido entre os estudiosos o que realmente aconteceu naquela ocasião. Seja como for, Saul pela terceira vez teve de escutar que seu reino havia chegado ao fim, que sua morte estava próxima e que naquela altura Davi já era seu sucessor oficial (1º Samuel 28:19).

O final do reinado do rei Saul foi trágico e melancólico. Cada vez mais ele foi se afastando do Senhor. Inclusive, ele foi perdendo suas características, tornando um homem depressivo, medroso e perturbado (1º Samuel 16:14; 19:9). Alguns intérpretes consideram possível que Saul até tenha se tornado um tipo de doente mental com episódios de esquizofrenia (1º Samuel 16-19). A Bíblia diz que um “espírito mau da parte do Senhor” atormentava Saul. Davi até serviu para acalmá-lo tocando sua harpa (1º Samuel 16:23). Mas Saul também perseguiu ferozmente a Davi, impulsionado por um ciúme mortal (1º Samuel 18-20). Saul chegou a executar uma linhagem inteira de sacerdotes em Nobe por Aimeleque ter ajudado Davi (1º Samuel 21-22).

Davi teve a oportunidade de matar Saul duas vezes, mas poupou-lhe sua vida afirmando que não podia tocar no ungido do Senhor (1º Samuel 24; 26). Mas finalmente o reinado e a vida de Saul chegaram ao fim em uma desastrosa batalha contra os velhos inimigos filisteus. No monte Gilboa, e ele e três de seus filhos morreram, entre eles Jônatas, amigo de Davi. Temendo ser capturado pelo exército adversário, Saul lançou-se sobre sua própria espada. No outro dia, quando os filisteus começaram a recolher os despojos dos mortos no campo de batalha, encontram o corpo de Saul. Então eles cortaram sua cabeça, penduraram seu corpo no muro de Bete-Sã para vergonha pública, e levaram suas armas para o templo de Dagom em Astarote (1º Samuel 31).

Tanto Saul quanto Absalão, cada um em sua época, tiveram que prestar contas a Deus dos seus atos tresloucados, dos seus desmandos contra a autoridade divina. E para ambos o fim foi terrível, quando o juízo de Deus foi manifesto.

Eu vou relatar mais uma história para que você compreenda os nossos dias, pois nada difere dos nossos tempos e da maioria dos ditos profetas dos nossos dias. Compreenderá também porque a verdade incomoda tanto, a tal ponto de difamarem e agredirem os verdadeiros profetas do Senhor, porque preferem seguir os profetas famosos, que estão debaixo dos holofotes, profetizando paz, prosperidade, riquezas, bens materiais, inflando egos e exaltando ídolos sobre pilares e altares. O sábio interpela, pergunta, pensa, reflete, pondera, examina, analisa, compara, se palavras e ações estão de acordo com as Escrituras Sagradas.

Acabe e Josafa iam a guerra (2° Crônicas 18). Então Josafa quis consultar o Senhor. Acabe organizou um encontro profético, 400 profetas profetizando, até ato profético teve, Zedequias, fez para si uns chifres de ferro e disse: Assim diz o Senhor: “Com estes, ferirás aos siros, até de todo os consumires”. E todos os profetas profetizavam o mesmo, dizendo: “Sobe a Ramote-Gileade e prosperarás, porque o Senhor a dará nas mãos do rei. Esse Zedequias parece que era o fundador do conselho profético internacional e facilitador do conselho profético ali do sítio, também atuava como membro honorário do conselho apostólico de anciãos proféticos, gente muito importante.

Porém Josafá não sentia paz com tudo aquilo e disse: “Não há ainda aqui profeta algum do Senhor, para que o consultemos”? Acabe disse a Josafa: “Ainda há um homem por quem podemos consultar o Senhor; porém eu o aborreço, porque nunca profetiza de mim bem, senão sempre mar.

Mandaram chamar Micaías, mas o oficial que tinha ido buscar Micaías já foi dando um recado: “Todos os outros profetas profetizaram que o rei terá sucesso. É melhor que você faça o mesmo”. Micaías respondeu: “Juro pelo Senhor, o Deus vivo, que eu falarei o que o meu Deus mandai”!

Quando Micaías chegou ao lugar onde estava o rei Acabe, este perguntou: “Micaías, o rei Josafá e eu devemos atacar a cidade de Ramote ou não”? Micaías respondeu: “Ataquem, pois vencerão. Deus lhes dará a vitória”. Mas Acabe disse: “Quando você falar comigo em nome do Senhor Deus, diga a verdade! Quantas vezes preciso dizer isso”?

Micaías respondeu: “Vejo o exército de Israel espalhado pelos morros como ovelhas sem pastor. E o Senhor Deus diz: ”Estes homens não têm chefe; que eles voltem para casa em paz.”

Então Acabe disse a Josafat: “Eu não disse que para mim ele nunca profetiza coisas boas? Ele sempre diz alguma coisa ruim”!

Micaías continuou: “. Agora escutem o que o Senhor Deus está dizendo! Eu vi o Senhor sentado no seu trono no céu, com todos os anjos à sua direita e à sua esquerda. Ele perguntou: “Quem enganará Acabe para que ele vá a Ramote e seja morto lá?” Alguns anjos disseram uma coisa, e outros disseram outra, até que um espírito chegou perto do Senhor Deus e disse: “Eu enganarei Acabe.” O Senhor perguntou: “Como?” E o espírito respondeu: “Eu irei e farei com que todos os profetas de Acabe digam mentiras.” Então o Senhor ordenou: “Vá e engane Acabe. Você conseguirá.” E Micaías terminou, dizendo a Acabe: “O Senhor está vendo agora que o Senhor Deus fez com que todos estes seus profetas mentissem. Mas Ele resolveu que vai acontecer uma desgraça com o Senhor, ó rei’.

O profeta Zedequias chegou perto de Micaías, deu um tapa na cara dele e perguntou: “Quando foi que o Espírito do Senhor saiu de mim e falou com você”? Micaías respondeu rapidamente: “Você descobrirá isso quando entrar em algum quarto dos fundos, tentando se escondei”! O rei Acabe deu a seguinte ordem a um dos seus oficiais: “Prenda Micaías e o leve a Amom, o governador da cidade, e ao príncipe Joás, Diga a eles que o joguem na cadeia e o ponham a pão e água até que eu volte são e salvo”.

Micaías exclamou: “Se o Senhor, ó rei, voltar em paz, então, de fato, o Senhor Deus não falou por meio de mim”! E disse também: “Todos aqui deem atenção àquilo que eu profetize?!

Já consegue entender? Essas histórias e fatos não são semelhantes aos dos nossos dias?

Efésios 5:10‭-‬14 NVT – Procurem descobrir o que agrada ao Senhor. Não participem dos feitos inúteis do mal e da escuridão; antes, mostrem sua reprovação expondo-os à luz. É vergonhoso até mesmo falar daquilo que os maus fazem em segredo. Suas más intenções, porém, ficarão evidentes quando a luz brilhar sobre elas, pois a luz torna visíveis todas as coisas. Por isso se diz: “Desperte, você que dorme, levante-se dentre os mortos, e Cristo o iluminará”.

Enquanto alguns chamados pastores, que deveriam ser na íntegra ministros do evangelho (a)provados por Deus, brincam de semideuses, líderes que não podem ou aceitam ser corrigidos, se empanturram de títulos eclesiásticos, e apóstolo se tornou mínimo, uma vez que já existem os patriarcas apostólicos, etc.

Enquanto outros brincam de teologia dizendo que a Bíblia precisa ser atualizada. Enquanto em alguns círculos o divórcio é celebrado e o adultério aceito como um pecado de somenos importância, abrindo portas para outros gigantes entrarem.

Enquanto os neófitos alegam que seus líderes estão velhos e suas pregações não são mais necessárias e a loucura de Nabal é mais importante do que a centralidade de Cristo…

A agenda do anticristo é acelerada e tudo está sendo preparado para a sua vinda com a anuência da ciência, das leis, dos políticos, dos religiosos, e por causa desses alguns chamados pastores, a sonolência está impedindo a visão de muitos, e a conformidade, a indiferença, a ingratidão, geradas pelas atitudes desses alguns chamados pastores, se alastram como um câncer…

Acorde povo chamado de »povo de Deus«. Guerras estão sendo preparadas pelo mundo, África agoniza, Europa agoniza, EUA agoniza, Ásia agoniza. ACORDEM!

Chega de perder tempo, chega de picuinhas, chega de conversas fiadas, chega de mensagens inúteis e sem sentido que só cansam as pessoas, cheias de frases de efeitos que se alastram pelas redes sociais.

Vamos pregar a CRISTO! Anunciar a CRISTO! Propagar a CRISTO! Em demonstração de Espirito e Poder!

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