Deixando as coisas de CRIANÇA!

Um avivamento está para acontecer na vida da Igreja e devemos atentar com muita inteligência para as manifestações sobrenaturais que acontecerão e repudiar os atos emocionais e carnais que muitos tentam dizer que é manifestação espiritual.

O avivamento está vindo para cumprir o propósito estabelecido por Deus para a Sua Igreja, principalmente, trazer santidade à Igreja e salvação para os ímpios. Pense bem, o apóstolo Paulo manifestou cuidado com o falar em línguas em público na Igreja, para que o indouto possa dizer o Amem, imagine considerar cenas tão estranhas como as que vimos no passado, como sendo manifestações espirituais? Como fica a nossa “preocupação” com os indoutos? (1ª Coríntios 14:18-24).

Deus exige o uso da inteligência em tudo o que é espiritual, tolera criancice ou infantilidade enquanto estamos no início da vida cristã, porém à medida que vamos crescendo não é possível continuarmos com as praticas infantis de antes. A maturidade espiritual deve ser natural para o crente obediente, ela não está associada à idade, nem ao tempo de conversão, mas ao conhecimento de Deus e à obediência à Sua vontade.

1ª Coríntios 13:11 – Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

NVTQuando eu era criança, falava, pensava e raciocinava como criança. Mas, quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de criança.

É preciso ter cuidado com manifestações bizarras de todas as sortes, gente rodopiando no próprio eixo, gente arrastando pelo chão como cobra, gente nadando em seco, gente saltitando, etc. Anos atrás, durante a infantilidade, algumas cenas dessas podem ter sido vistas durante momentos em que o Espirito foi derramado sobre a IGREJA, porém, hoje, essa infantilidade não é mais tolerada pelo Espírito. Essas manifestações ocorrem quando querem forçar a presença do Espirito, por isso é preciso ter cuidado.

Quem ministra não dever forçar absolutamente nada, apenas conduzir a Igreja a CRISTO, e deixar que o Espírito Santo dê a direção que Ele quiser, e quando o Espirito se manifestar veremos sinais, prodígios e maravilhas, a demonstração de Espirito e Poder, como aconteceram durante os ministérios dos Apóstolos da Igreja Primitiva.

Avivamento provoca na Igreja, Santidade (trazendo temor de Deus) e colheita (atraindo os não salvos a salvação).

Uso da inteligência sempre foi recomendado!

Romanos 12:2 – E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

1ª Coríntios 14:14,15,19,20 – Porque, se eu orar em língua estranha, o meu espírito ora bem, mas o meu entendimento fica sem fruto. Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento. Todavia eu antes quero falar na igreja cinco palavras na minha própria inteligência, para que possa também instruir os outros, do que dez mil palavras em língua desconhecida. Irmãos, não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia e adultos no entendimento.

Colossenses 1:9 – Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual;

Colossenses 2:2-3 – para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em caridade e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus—Cristo, em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência (conhecimento, saber).

INTELIGÊNCIA – Competência, Compreensão, Conhecimento

ENTENDIMENTO – A capacidade de compreender as coisas

AVIVAR – do hebraico chayah – viver, ter vida, permanecer vivo, preservar vivo, sustentar a vida, viver prosperamente, viver para sempre, reviver, estar vivo; continuar vivo, manter a vida, viver em ou a partir de; dar vida, reanimar, reavivar, revigorar, restaurar à vida, fazer crescer, deixar viver. Reanimar, reviver, ser reanimado, ter a vida ou a saúde recuperada, restaurar (à saúde): referindo-se à doença, referindo-se ao desencorajamento, referindo-se à fraqueza, referindo-se à morte.

REVIVIFICAR – VIVIFICAR (RC Salmo 138:7) – Dar novas forças (Salmo 85:6), dar vida (2ª Coríntios 3:6), ressuscitar (Romanos 4:17). Do grego zoopoieo – produzir vida, gerar ou dar a luz a uma nova vida; fazer viver, tornar vivo, dar a vida – pelo poder espiritual, despertar e revigorar; restaurar a vida; dar crescimento a vida: neste caso, a vida física; do espírito, vivo no que se refere ao espírito, revestido com novos e maiores poderes de vida. Metáfora de sementes mostrando sinais de vida, i.e. germinação, brotação, crescimento.

Deixemos as próprias Escrituras nos conduzir nesse ensinamento, analisemos o modelo perfeito que aconteceu no dia de Pentecostes. Porque, apesar do Espirito Santo já ter sido derramado sobre a Igreja, de tempos em tempos, por nossa causa e desleixo, a Igreja necessita do avivar, revivificar, vivificar a obra do Espirito Santo.

Quando houve o derramamento do Espirito Santo no dia de Pentecostes, entre os que estavam reunidos, de repente, veio do céu um som como o de um poderoso vendaval e encheu a casa onde estavam sentados. Então surgiu algo semelhante a chamas ou línguas de fogo que pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os habilitava (Atos 2:2-4 NVT).

Naquela época, judeus devotos de todas as nações viviam em Jerusalém. Quando ouviram o som das vozes, vieram correndo e ficaram espantados, pois cada um deles ouvia em seu próprio idioma.

Muito admirados, exclamavam: “Como isto é possível? Estes homens são todos galileus e, no entanto, cada um de nós os ouve falar em nosso próprio idioma! Estão aqui partos, medos, elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia, da Capadócia, do Ponto, da província da Ásia, da Frígia, da Panfília, do Egito e de regiões da Líbia próximas a Cirene, visitantes de Roma (tanto judeus como convertidos ao judaísmo), cretenses e árabes, e todos nós ouvimos estas pessoas falarem em nossa própria língua sobre as coisas maravilhosas que Deus fez!”. Admirados e perplexos, perguntavam uns aos outros: “Que significa isto?” (Atos 2:2-12).

Outros, porém, zombavam e diziam: “Eles estão bêbados!” (Atos 2:13). Zombaria proveniente dos que estavam fora do ambiente, dos ímpios e incrédulos. Muitos usam esse argumento, até em ministrações, para justificar a falta de controle, a perda do juízo. Porém em momento algum os discípulos perderam o juízo, tanto que as pessoas de fora ouviam estas pessoas falarem em sua própria língua sobre as coisas maravilhosas que Deus fez!

A manifestação do Espirito Santo levou à ministração da Palavra pelos apóstolos, e as Palavras proferidas por Pedro, deixaram a todos, os que vieram ver curiosos, muito aflitos e perguntaram a Pedro e aos outros apóstolos: —Irmãos, o que devemos fazer? Com muitas outras palavras os apóstolos testificavam e os exortavam. Muitos acreditaram na mensagem e foram batizados. Naquele dia quase três mil se juntaram ao grupo dos seguidores de Jesus.

E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. Em cada alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam suas propriedades e fazendas e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade. E, perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.

Depois disso vemos Pedro e João, cheios do Espírito Santo, orando por um coxo de nascença que fica a porta do templo pedindo esmolas. Declararam que não tinham ouro e prata, mas o que tinham davam com amor, o homem levantou. Após mais uma pregação dos Apóstolos, muitos, porém, dos que ouviram a palavra creram, e chegou o número desses homens a quase cinco mil. Após receberem uma repreensão das autoridades, que viram a a ousadia de Pedro e João e foram informados que estiveram com Jesus, ao voltarem ao convívio dos santos, unânimes levantaram a voz a Deus e, tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus.

E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns. E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido e o depositavam aos pés dos apóstolos. E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha.

Houve um grande temor em toda a igreja e em todos os que ouviram sobre Ananias e Safira. E muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E estavam todos unanimemente no alpendre de Salomão. E a multidão dos que criam no Senhor, tanto homens como mulheres, crescia cada vez mais, de sorte que transportavam os enfermos para as ruas e os punham em leitos e em camilhas, para que ao menos a sombra de Pedro, quando este passasse, cobrisse alguns deles. E até das cidades circunvizinhas concorria muita gente a Jerusalém, conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos, os quais todos eram curados. Todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar e de anunciar a Jesus Cristo.

A Igreja cresceu e chegou o momento de estabelecer os diáconos. Os apóstolos, conscientes da responsabilidade que tinham, ordenaram que fossem escolhidos sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais seriam entregues este importante negócio. Assim os apóstolos poderiam continuar usando todo o tempo na oração e no trabalho de anunciar a palavra de Deus. Todos concordaram com a proposta dos apóstolos. Então escolheram Estêvão, um homem cheio de fé e do Espírito Santo, e também Filipe, Prócoro, Nicanor, Timom, Pármenas e Nicolau de Antioquia, um gentio que antes tinha se convertido ao Judaísmo. Esses homens foram levados aos apóstolos, que oraram e puseram as mãos sobre a cabeça deles.

A palavra de Deus continuava a se espalhar. Em Jerusalém o número dos seguidores de Jesus crescia cada vez mais, e era grande o número de sacerdotes judeus que aceitavam a fé cristã.

Estêvão, um homem muito abençoado por Deus e cheio de poder, fazia grandes maravilhas e milagres entre o povo. Este Estevão, cheio do Espírito Santo, foi injustamente acusado por homens perversos, nenhum deles era capaz de resistir à sabedoria e ao Espírito pelo qual Estêvão falava. No momento que seria executado por seus algozes, Estevão olhou firmemente para o céu e viu a glória de Deus. E viu também Jesus em pé, ao lado direito de Deus. Então disse: —Olhem! Eu estou vendo o céu aberto e o Filho do Homem em pé, ao lado direito de Deus.

Depois desse fato, a Igreja foi espalhada, porém, aqueles que tinham sido espalhados anunciavam o evangelho por toda parte. Filipe foi até a capital da Samaria e anunciava Cristo às pessoas dali, e as multidões ouviam com atenção o que ele dizia. Todos o escutavam e viam os milagres que ele fazia. Os espíritos maus, gritando, saíam de muitas pessoas, e muitos coxos e paralíticos eram curados. E assim o povo daquela cidade ficou muito alegre.

Os apóstolos, que estavam em Jerusalém, ficaram sabendo que o povo de Samaria também havia recebido a palavra de Deus e por isso mandaram Pedro e João para lá. Quando os dois chegaram, oraram para que a gente de Samaria recebesse o Espírito Santo, pois o Espírito ainda não tinha descido sobre nenhum deles. Eles apenas haviam sido batizados em nome do Senhor Jesus. Pedro e João puseram as mãos sobre eles, e assim eles receberam o Espírito Santo. Depois de terem dado o seu testemunho e de terem pregado a palavra do Senhor, Pedro e João voltaram para Jerusalém. No caminho eles espalhavam o evangelho em muitos povoados da Samaria.

Posteriormente, o homem que consentiu na morte de Estevão, Saulo, respirando ameaças, enquanto seguia na estrada para Damasco, teve um encontro transformador com o Senhor e dono da Igreja, a quem ele perseguia, mesmo sem saber… Depois de aprender e reconhecer quem é o Senhor, esse Saulo também começou a anunciar a Cristo… dizendo: —Jesus é o Filho de Deus… Todos os que ouviam Saulo ficavam admirados e perguntavam: —Não é este o homem que em Jerusalém estava matando todos os seguidores de Jesus? Não foi ele que veio até aqui para prender e levar essa gente aos chefes dos sacerdotes?

Mas as mensagens de Saulo se tornavam cada vez mais poderosas. E as provas que ele apresentava de que Jesus era o Messias eram tão fortes, que os judeus que moravam em Damasco não sabiam o que dizer. Muitos dias depois, os judeus de Damasco se reuniram e resolveram matá-lo, mas Saulo ficou sabendo do plano deles. Eles vigiavam os portões da cidade dia e noite para o matar. Mas certa noite os seguidores de Saulo o puseram dentro de um cesto e o desceram por uma abertura que havia na muralha da cidade. Saulo foi para Jerusalém e tentou juntar-se aos seguidores de Jesus. Porém todos tinham medo dele porque não acreditavam que ele também era seguidor de Jesus. Então Barnabé veio ajudá-lo e o apresentou aos apóstolos. E lhes contou como Saulo tinha visto o Senhor no caminho e como o Senhor havia falado com ele. Barnabé também contou como, em Damasco, Saulo, pelo poder do nome de Jesus, havia anunciado corajosamente o evangelho. Depois disso Saulo ficou com eles, andando por toda parte em Jerusalém; e, pelo poder do nome do Senhor, ele anunciava corajosamente o evangelho.

Em toda a região da Judéia, Galiléia e Samaria, a Igreja estava em paz. Ela ficava cada vez mais forte, crescia em número de pessoas com a ajuda do Espírito Santo e mostrava grande respeito pelo Senhor Jesus. Pedro viajava por toda parte.

Os seguidores de Jesus foram espalhados pela perseguição que havia começado com a morte de Estêvão. Alguns foram até a região da Fenícia, a ilha de Chipre e a cidade de Antioquia e anunciavam a palavra de Deus somente aos judeus. Mas outros, que eram de Chipre e da cidade de Cirene, foram até Antioquia e falaram também aos gentios, anunciando a eles a boa notícia a respeito do Senhor Jesus. O poder do Senhor estava com eles, e muitas pessoas creram e se converteram ao Senhor. Essas notícias chegaram à igreja de Jerusalém, que resolveu mandar Barnabé para Antioquia. Quando chegou lá e viu como Deus tinha abençoado aquela gente, Barnabé ficou muito alegre. E animou todos a continuarem fiéis ao Senhor, de todo o coração. Barnabé era um homem bom, cheio do Espírito Santo e de fé. E muitos se converteram ao Senhor.

Adiante, os apóstolos Barnabé e Paulo, ficaram muito tempo em Icônio, falando com coragem a respeito do Senhor Jesus. E o Senhor mostrava que a mensagem deles sobre a sua graça era verdadeira, pois ele dava a eles o poder de fazer milagres e maravilhas. E Deus, pelas mãos de Paulo, fazia maravilhas extraordinárias, de sorte que até os lenços e aventais se levavam do seu corpo aos enfermos, e as enfermidades fugiam deles, e os espíritos malignos saíam.

O nome do Senhor Jesus era engrandecido. Muitos dos que tinham crido vinham, confessando e publicando os seus feitos. Também muitos dos que seguiam artes mágicas trouxeram os seus livros e os queimaram na presença de todos, e, feita a conta do seu preço, acharam que montava a cinquenta mil peças de prata. Assim, a palavra do Senhor crescia poderosamente e prevalecia.

Em que momento a IGREJA perdeu os sentidos, rodopiou, sapateou, gritou, com manifestações bizarras de todas as sortes, gente rodopiando no próprio eixo, gente arrastando pelo chão como cobra, gente nadando em seco, gente saltitando, etc.? Em todas as situações vemos a sabedoria e o Espirito em ação!

Em alguns momentos do passado, na antiga aliança, os sacerdotes não podiam entrar na Casa do Senhor, porque a glória do Senhor tinha enchido a Casa do Senhor, de tal maneira, que os sacerdotes não conseguiam permanecer em pé para dar sequência ao serviço religioso, porquanto a glória do Senhor tomou todo o templo de Deus. E todos os filhos de Israel, vendo descer o fogo e a glória do Senhor sobre a casa, encurvaram-se com o rosto em terra sobre o pavimento, e adoraram, e louvaram o Senhor, porque é bom, porque a sua benignidade dura para sempre. E o rei e todo o povo ofereciam sacrifícios perante o Senhor (Êxodo 40:35, 1º Reis 8:11, 2º Crônicas 5:13-14, 2º Crônicas 7:2).

Tudo tem um propósito! Por que não podiam ficar em pé diante da glória de Deus? Isaías nos dá essa resposta.

Isaías – profeta comum dos palácios, apesar de ter visões de Deus acerca de Israel. Mas em Isaías 6:1-8 ele declara: Eu vi o Senhor! Quando morreu o rei Uzias, Isaías viu o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono. Até então Isaías tinha um ministério pequeno, porém, algo muito sério aconteceu quando Uzias morreu, ele (Isaías) passou a ver. Este rei era um impedimento na vida do profeta, de tal forma que o impedia de ver o Senhor. Qual é o seu Uzias? O que lhe impede de ver o Senhor?

Quem foi Uzias? 2º Crônicas 26:1-23 – v.15,16 – começou muito bem, mas ao se fortalecer e crescer, exaltou o seu coração e transgrediu o mandamento do Senhor oferecendo incenso no santuário, fez o que não era de sua competência, usurpando o lugar dos sacerdotes. Foi punido com lepra ao se insurgir contra os sacerdotes. Quantos Uzias existem em nossos dias? Quantos Uzias têm impedido de ver o Senhor? Enquanto Isaías ficou ocupado com Uzias, sua vista ficou turva impedindo-o de ver o Senhor.

O que aconteceu depois que o empecilho foi removido?

1 – Visão – ele viu o Senhor – v. 1

2 – Convicção – reconheceu o seu pecado – v. 5

3 – Purificação – foi limpo do pecado – v. 7

4 – Chamado – quem há de ir por nós? – v. 8

5 – Disposição – eis-me aqui – v. 8

Até quando o seu Uzias viverá te impedindo de ver a glória do Senhor, de ter uma comunhão profunda com o Senhor?

Por que não podiam permanecer de pé naquele lugar? Com tantos anjos indo e vindo servindo ao Senhor, com a presença do Senhor naquele lugar, Aquele que é santo, santo, santo mostrava a Sua glória. Vendo essa manifestação da presença gloriosa do Senhor, os homens reconheciam o seu pecado, e clamavam pela sua purificação, é impossível permanecer de pé diante desse Deus santo. Mas nunca perderam o controle, sequer deixaram aflorar as emoções.

Tudo, mesmo tudo, diante da manifestação do poder do Espirito Santo é com ordem e decência! Mas faça-se tudo decentemente e com ordem (1ª Coríntios 14:40). Somos enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus—CRISTO, em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência (conhecimento, saber) (Colossenses 2:2-3).

Avivamento, UnçãoTudo tem um proposito! Será que é tocar na alma, nas emoções, fazendo o povo chorar ou se alegrar? Perder o juízo e gritar, rir, dançar, pular, sacudir tresloucadamente? Cantar ou tocar a mesma música, com os mesmos acordes por vários minutos seguidos, como mantras? Jogos de luzes num ambiente escuro, com um telão ao fundo? Ter um título de apóstolo ou bispo? Falar ou escrever palavras específicas como chavões e repeti-las várias vezes em vários contextos na tentativa de convencer? Ter “profetas” que falam o que a audiência quer ouvir? É o nome de uma catedral? É provocado pelos homens? Alguém pode ser considerado o pai ou mãe do avivamento? Quando olhamos para a igreja moderna e comparamos com a igreja descrita nas Escrituras encontramos 100% de similaridades? Somos capazes de encontrar as diferenças e estamos dispostos a fazer as devidas correções? Ao olharmos para Igreja descrita nas Escrituras vemos o Evangelho com Sinais e nós? Assim diz o SENHOR: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para a vossa alma; mas eles dizem: Não andaremos (Jeremias 6:16).

Muitos preferem andar pelo caminho da tolice e da meninice, por um caminho muito estranho que nada tem a ver com sabedoria, inteligencia, mas que consiste em demonstrações de emoções de modo exagerado que, de acordo com os seus praticantes, são “manifestações do Espírito Santo de Deus”, como já afirmamos, cantar, dançar desorientadamente, pular, gritar, rolar no chão, girar, entre outros movimentos aleatórios.

Esse caminho tem nome, Reteté ou Rétété, que é uma manifestação física praticada durante cultos religiosos, principalmente os que estão ligados com as igrejas neopentecostais no Brasil. Este “movimento” também é conhecido por “sapatinho de fogo”, em alguns estados brasileiros. Este termo não possui uma origem etimológica conhecida, no entanto está relacionado com “algazarra”, “bagunça”, “barulho”, “festa” e etc.

No entanto, existe um conflito entre as igrejas pentecostais que praticam o reteté e as demais, pois, segundo os grupos tradicionais desta doutrina, o reteté é uma blasfêmia e desrespeito ao poder de Deus. Muitas pessoas relacionam o reteté com a umbanda ou o candomblé – religiões afro-brasileiras – devido ao fato de se assemelharem nas manifestações de adoração ao que consideram sagrado.

Hoje, o culto pentecostal deixou de ser aquele culto racional, centrado na adoração a Jesus e na meditação na sua Palavra, com atuação dos dons do Espírito Santo. Culto pentecostal para os “retetetianos” é composto de danças (chamadas misteriosas), urros, berros, gente caindo ao chão, “arrebatadas”, pessoas marchando, pulando, saltando, tudo isso, muitas vezes, ao som de tambores, atabaques em ritmos frenéticos. Exposição bíblica, reflexão evangélica, pregação expositiva, essas coisas não mais fazem parte da liturgia de muitas igrejas. Ser espiritual é “dançar em mistério, trazer revelações (até a partir de fotografias), profecias e ter muitas visões.”

Gostaria que me indicassem algumas referencias bíblicas sobre esse novo movimento no meio do povo de Deus. Sou um profundo admirador dos cristãos da cidade de Bereia que estiveram atentos a tudo que Paulo dizia e examinavam as Escrituras para ver se estava tudo lá (Atos 17:10-12).

A maior necessidade da Igreja hoje é um retorno à Palavra genuína do Senhor. O que transforma o coração do homem é a Palavra. O que edifica a Igreja é a Palavra. A nossa arma de guerra é a Palavra, a espada do Espírito. Inclusive Jesus venceu o diabo na sua tentação com a Palavra (Mateus 4).

E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a Palavra de Deus (Atos 4:32) – Ao ler esse texto, com um mínimo de atenção, verá que os irmãos da Igreja Primitiva após um momento de oração coletiva foram visitados pelo Espírito Santo que abalou o lugar em que eles estavam reunidos, enchendo a todos. Eles receberam poder, o lugar foi abalado, mas não ficou só nisso. É interessante que após tudo isso eles anunciaram com ousadia a Palavra de Deus, ou seja, saíram às ruas para evangelizar, discipular, libertar os cativos, sem nenhum temor.

Por isso, meu caro, é no mínimo questionável a plenitude de poder que alguns dizem receber, pois as pessoas participam de reuniões “de poder”, pulam, gritam, urram, dançam, requebram, “são arrebatadas” (não sei como, nem para que), falam em línguas estranhas do início ao fim do culto, mas depois de tudo isso não tem interesse nem motivação para pregar o evangelho.

Uma pessoa cheia do Espírito tem paixão pelas almas, valoriza a leitura da Bíblia, faz discípulos, vive separada do pecado, ora não apenas na igreja, mas mantêm uma vida de consagração em casa, enfim, não me venham com essa de reteté, de mistério, de dancinhas sem fruto, porque a Bíblia nos mostra algo diferente. CRESÇA, DEIXE DE SER CRIANÇA!

Hoje, diversas igrejas intituladas de segmentos “pentecostais” se envolveram com esse tipo de comportamento, anarquizando o já tão fragilizado movimento carismático pentecostal. Diferente do que muitos pensam, o RÉTÉTÉ não é uma característica proveniente do pentecostalismo, esse movimento não teve origem brasileira, mas estrangeira, embora o rótulo adotado só seja conhecido no Brasil. O seu nome original é “unção de Toronto”, referente ao local onde acontecia a prática esotérica da Igreja Comunhão da Videira do Aeroporto de Toronto – Canadá, uma das igrejas que mais deram notoriedade ao movimento a partir de 1994:

Revista DEFESA DA FÉedição especial, página 115 – “Ao contrário das demais igrejas pentecostais, que buscam preservar a ortodoxia doutrinária, a igreja do Aeroporto… granjeou surpreendente notoriedade em virtude das manifestações que ocorriam em seus cultos. Dizendo-se cheios do Espírito, os frequentadores dessa igreja começaram a manifestar-se de maneira estranha e até mesmo exótica. Em dado momento, todos se punham a rir de maneira incontrolável, alguns chegavam a rolar pelo chão. Justificando esse bizarro comportamento, alegavam tratar-se de “gargalhada santa”. Outros iam mais longe: não se limitavam ao som estrepitoso dos risos; saíam urrando como se fossem leões, carneiros, ou bradando como guerreiros, fora os que caíam no Espírito”.

  • Quanto a nós, você está pronto? Para quê? Para crer em Deus!
  • Pronto para descobrir o que Deus tem reservado para você!
  • Pronto para entrar hoje mesmo nos planos que Deus tem para sua vida?

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